A Secretaria Municipal de Educação e Ensino Integral
(Semedi) divulgou nesta quarta-feira, 20, um edital solicitando que pais ou
responsáveis de crianças relacionadas no cadastro único efetivem as matrículas
nos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmei’s).
O ano letivo terá início no dia 3 de fevereiro, e por conta da pandemia de
Covid-19, será mantido o sistema de ensino remoto. “Além de termos um
compromisso com a educação, temos com a vida. Queremos garantir a segurança das
nossas crianças, das suas famílias e de toda a comunidade escolar. Planejamos
ações criteriosamente estudadas com a nossa equipe técnica para que os nossos
alunos continuem estudando de casa”, salientou a secretária de Educação e
Ensino Integral, Tenile Xavier.
Com relação ao edital divulgado, pode ser acessado através do endereço: https://bityli.com/apoGW
A Semedi explica que os cadastros que não constam
na relação permanecem em listas de espera e as matrículas serão preenchidas
conforme disponibilidade.
Devido à complicações da diabete, precisou amputar a perna esquerda
Francisco Emílio da Silva, 63,
anos, morador no Bockmann, há muito tempo vive o personagem do Papai Noel em
Paranaguá, está precisando de ajuda. Ele está há nove meses na cadeira de rodas
em virtude de uma amputação e precisa de uma prótese.
A família esta impossibilitada comprar
e também de fazer bingos e eventos para angariar recursos por causa da pandemia
da Covid-19. A solução encontrada vem sendo a realização de doações através de depósitos
pelo PIX ou direto na conta corrente.
A esposa Nely Francisco da Silva
ressalta sobre a campanha. “Estou fazendo a campanha no Facebook pedindo ajuda para comprar uma prótese para o meu
esposo que já está há nove meses na cadeira de rodas por conta da diabetes e má
circulação nas pernas. Muitas pessoas conhecem meu marido e sabem como ele era
antes da amputação. Não podemos pagar o valor da prótese, por isso estou pedindo ajuda. Quem puder me ajudar entre em
contato comigo pelo whatsapp 991647511.Tenho certeza que um pouquinho de cada
nós conseguiremos alcançar nosso objetivo. Muito obrigada a todos”.
De acordo com a Daniela Lemos, que
também está na campanha, seu Emílio é uma pessoa de grande coração. “Ele sempre
fez questão de abençoar as pessoas é um homem amável e caridoso, sempre ajudou
muitas famílias com o pouco que tinha e infelizmente devido ao diabetes perdeu
uma perna e precisa de uma prótese. Quem
puder ajudar a conta e o Pix estão na foto. Que Deus o abençoe e que em breve
esteja andando novamente com a prótese”, finaliza.
Seu Emílio vive o Papai Noel todos os anos em Paranaguá.
Doações
Chave Pix para depósito:
307.928.869-68
Depósito bancário – Conta poupança
na Caixa Econômica Federal
Sapo tem uma trajetória que mescla a percussão e voz.
A trajetória do músico Carlos
Siqueira Figueiredo JR (Sapo) é extensa e repleta de bons momentos. Ele estreou
na primeira pizzaria de Paranaguá em 1989 e hoje vem mostrando toda sua
experiência acumulada ao longo de três décadas no Batalha Super Voz.
Conheça mais sobre Carlos
Siqueira(Sapo)
Como iniciou seu envolvimento com
a música?
Sapo: Eu iniciei meu envolvimento
na musica através do bloco de sujo da figueira. Depois toquei repinique por
cinco anos na Escola de Samba Cartolas de Prata de 1985 ate 1990. Eu estudei
minha adolescência com o Tuca do Sambatuka, e com ele iniciei a tocar bongo
(boleros).Em 1989 toquei pela primeira
vez num estabelecimento, foi na pizzaria Vargas que ficava na Avenida José
Lobo. O primeiro parceiro de som foi Aroldo Amer, com quem toco até hoje.
Quais foram as artistas que te influenciaram?
Sapo: Quando você busca um rumo
certo (na marinha chamamos de rumo verdadeiro ou norte verdadeiro). Em
Paranaguá dois músicos são meu Norte: Aroldo Amer e Vieira Neto. São os músicos
que mais dividi conceitos musicais. Porém quero deixar claro nesta entrevista,
Vieira é fora da curva, ele é um “monstro”, como ele nunca existirá outro músico
igual em Paranaguá. Seu nível musical transcende as barreiras. Num comparativo
divertido podemos dizer que Vieira é o Pelé da música, Aroldo é o Zico da música
e eu sou Garrincha (risos).
Há muito tempo você está presente
no cenário musical. Quais foram os momentos marcantes em sua trajetória?
Sapo: São 32 anos de música, cantando e
tocando. São muitos momentos que marcaram. Trabalhei durante um tempo na banda Aue, banda
Blue Star e fiz participações na banda Ônix, Banda Fábrica 74 e outras.
Trabalhei em bares de Curitiba como: Bar e restaurante vento sul, Academia do
chopp, Jegue Night, Zimbabue, After Ego, Shopping Estação, Choperia Allies beer
e também trabalhei com a banda Turmalina de Curitiba. Após as bandas optei por
fazer meu trabalho apenas freelance com
Aroldo Amer, Marcelo Reis, Dulcy Lopes, Semmar Lopes, Rafael Bittencourt,
Amilton Lourenço e Sérgio Badejo. Também trabalhei com alguns bateristas como o
Edu, Alex Satare, Alexandre Pill, Evaldo Gabriel,Maneco e Maurício.
Também toquei com o baixista Junior Chauck, Adilson Bornancin, Mario Karuta, Leonardo Praieiro, Nilce, Humberto Pioli, Eduardo Bastos, Lialís, Lucélia Salgado, o baixista Leomaristi e outros. Outros de
Curitiba como Tiago Ribeiro, Ed Jamaica, Julio canhoto e Thon Soa que é primo de Aroldo Amer.
Sapo com os parceiros musicais Amilton Lourenço e Aroldo Amer
Como tem sido participar do
Batalha Super Voz?
Sapo: Hoje participo do super voz 2ª
edição. Participar do super voz se tornou um divertido desafio. Pois entro num
mundo musical que conheço bem, porém nunca me atrevi a cantar, como por
exemplo, músicas de renome internacional. Meu forte sempre foi MPB das décadas
de 60, 70 e 80. Espero poder contar com o apoio dos amigos e familiares para
seguir na competição.
Confira o vídeo do música em sua apresentação no Batalha Super Voz.
O vereador Wellington Frandji tem sido uma das gratas
revelações na política em Paranaguá. Conhecido por seu lado humano através do
bom relacionamento com todos os setores da sociedade, Frandji passa agora a
encarar um novo desafio: foi empossado e diplomado como Conselheiro Regional de Administração do Paraná.
Para chegar lá ele foi eleito através de uma chapa. “Tive a
honra de integrar a Chapa 2, eleita no final do ano passado, onde apresentamos
uma nova proposta de gestão com valorização profissional, fiscalização,
inovação e transparência. É uma grande honra representar todos os
Administradores do Paraná, zelando pelo crescimento da nossa profissão e
contribuindo para o desenvolvimento pleno de todos os Municípios do Paraná”,
definiu.
Perfil
Em tempos cibernéticos onde as relações humanas têm sido substituídas
pelos contatos virtuais, Wellington Frandji tem mostrado ao longo dos últimos
anos a importância do contato humano como meta em busca de um ambiente harmonioso.
Para isso ele idealizou o Congresso da Felicidade alcançando resultados
surpreendentes no combate à depressão e ao stress, trazendo de volta o contato
do olhar, e eliminando os pré-conceitos em vários sentidos.
Quem é?
Wellington é professor universitário, Administrador da
Prefeitura de Paranaguá, Professor/Coordenador de Cursos Técnicos da Secretaria
de Educação do Paraná, Membro do Rotary Club Internacional. Idealizador do
Congresso da Felicidade de Paranaguá.
Há 6 anos a WA vem realizando atividades junto aos artistas locais. Criada em 2015 com o nome de Winner – Som e Iluminação, hoje a empresa leva o nome de Studio ‘WA’ Produções Musicais e está localizada em Paranaguá desenvolvendo um trabalho bem variado.
Com a pandemia os trabalhos estão mais focados para o estúdio
As atividades se referem à criação de obras musicais, arranjos, execução de músicas, gravação, masterização e reprodução de CDs e também aulas de teclado, voz e violão.
Em 2018 o Studio ‘WA’ lançou pela primeira vez um CD. Trata-se do trabalho do tradicional Coral Asa Branca intitulado “Pra sempre vou te amar” em homenagem a uma de suas ex-integrantes Maria de Lourdes.
No mesmo ano, produziu o CD “Mãe do Rocio” da dupla Adriana & Wagner que foi lançado em novembro durante a festa de Nossa Senhora do Rocio.
Em 2019 produziu o CD “Alegria de Viver” também do Coral Asa Branca. Além destes, muitos trabalhos foram feitos em parceria com músicos instrumentistas e cantores como: Breno Sampaio, Josy Nogueira, Fernanda Pinheiro, Pedaleve, Job Maurício, Julian Scislovski e Ricardo Godoy dos Santos, Samuel Versão (Samuka), entre outros. Recentemente, no final de 2020 foram criados inúmeros jingles políticos para candidatos da cidade.
Wagner Maquiavelli, responsável pelo estúdio conta ainda que foi produzida pelo Studio ‘WA’ uma belíssima homenagem de final de ano da Secretaria Municipal de Educação de Paranaguá a todos os professores da rede.
“Com a pandemia que se instaurou em nosso país em 2020 a empresa, que ainda mantém segmentos de sonorização, iluminação e música ao vivo, ficou mais focada nos trabalhos em estúdio; o que tem gerado grande notoriedade por parte dos artistas e empresários do litoral do paranaense”, destaca.
Atualmente o Studio ‘WA’ Produções Musicais oferece os serviços de Gravações de áudio de voz e instrumentos, Arranjos Musicais, Criações de jingles, aulas de teclado, voz e violão.
Junior Chauk tem uma carreira marcada pela determinação
Júnior Chauk é natural de
Paranaguá e possui 31 anos de atividades musicais. Sua carreira artística é
marcada por vários momentos que contribuíram para o amadurecimento
profissional. Mas o talento para compor, tocar
e produzir está no sangue. Isso porque ele é filho de músico e descobriu cedo a
vocação.
“Sou filho de músico. Meu pai,
Sidnei Santos tinha uma banda bem popular em Paranaguá nos anos sessenta, a
banda Os Brasas. Inclusive um dos integrantes da banda, o Nene Kobisk, está
postando histórias desse tempo no seu Facebook e eu sou um dos entusiastas
leitores do perfil”, conta.
Primeira experiência
Junior Chauk começou a tocar com 14 anos e logo em seguida
montou a primeira banda que se chamava Primavera de Praga com seu primo Fábio
Carvalho, que hoje é guitarrista da Pólvora, e com Zé Dâmaso que hoje é
baterista da Mitzrael. O primeiro show foi no clube Nordestino tocando os
sucessos da época.
Com o tempo Chauk participou de muitas outras bandas. “Toquei
muitas vezes com Guilherme Costa em festivais da canção em Paranaguá onde a
música dele ficou em primeiro lugar em um dos festivais. Acompanhei Guilherme
como baixista em outros festivais no Paraná como o Femucic em Maringá, festival
em Ponta Grossa e muitos outros inclusive fora do Paraná”, ressalta.
Carreira profissional
Em 1997 Junior Chauk entrou para sua primeira banda
profissional: Blue Star. Com Lia e Nilce nos vocais, Manoel Freitas na bateria,
Carlinhos Figueiredo na percussão e Fabrício Carvalho na guitarra. “Com esse
time eu tive a primeira experiência em viver realmente da música. A banda era
muito presente na noite curitibana e do litoral do Paraná. Ali foi meu primeiro
aprendizado real sobre a profissão que tanto queria”, recorda.
Desilusão
Chauk saiu da banda em 1998 e começou a fazer free lance com
bandas da capital, mas isso não durou por muito tempo. Em 1999 resolveu parar completamente de tocar,
pois estava desiludido com o mercado de trabalho musical.
Na sequência prestou concurso para a primeira turma da Guarda
Municipal de Paranaguá e foi dentro da corporação que anos depois, em 2004,
voltou a ter contato com a música através da banda da guarda tocando clarinete.
“Foi um tempo de muito aprendizado com os músicos mais
experientes no mundo dos instrumentos de sopro. Aprendi muito com eles, como: Ângelo
Domingues, Mauro Ricardi, Marcelo lima, Maestro Evaldo e muitos outros”, aponta.
Última cartada e volta por cima
Em 2006 Chauk teve que tomar uma decisão que foi bem
difícil. O seu sonho de viver da música ainda lhe rondava, mas em função da
idade não podia esperar por mais tempo, ou seja,estava no tempo limite para uma possível guinada
na vida.
“Tenho que agradecer, mesmo que de forma insuficiente, minha mãe Marlene Corrêa Santos
e meu pai, pois eles aceitaram me ajudar nessa caminhada que sabíamos que
seria longa e difícil. Fui pra Curitiba. Trabalhei como ‘roadie’ até aparecer a
primeira oportunidade de uma banda. Foi a Magnólia. Era uma banda bem
requisitada no circuito. Depois veio a banda Chauk, que também estava bem
presente na noite do estado do Paraná”, ressalta.
2008 novos horizontes
Em 2008 a banda Chauk acabou e Junior foi para São Paulo para
tentar novas oportunidades. Chegando lá começou a trabalhar com a dupla Caio César e
Diego.
O resultado deu certo e em seguida, de músico passou a trabalhar
como diretor musical. “Com eles comecei também meu trabalho como produtor
musical sendo arranjador dos dois DVDs dessa dupla e produtor de vários singles
que eles lançaram. Passei a produzir outros artistas da cena sertaneja de São
Paulo”, destaca.
Outro trabalho de destaque foi uma produção realizada para a
dupla Maycon e Vinicius. Uma das músicas produzidas, “Tudo que eu Queria”,
entrou na trilha sonora da novela Carinha de Anjo do SBT.
Como consequência do resultado positivo do trabalho Junior
Chauk foi convidado a entrar em um projeto paralelo ao sertanejo. Uma banda de
Rock chamada Areia Movediça.
“Nessa banda conheci o Elias Rodriguez que já era
guitarrista da dupla Rick e Renner e o baterista, produtor musical e empresário
da dupla R&R, o Marquinhos Nascimento que era também desse projeto paralelo
aos trabalhos principais. Tocamos juntos
por vários anos nas folgas dos compromissos com a música sertaneja”, explica.
Até que o baixista da dupla R&R resolveu sair, e Junior
Chauk foi chamado para assumir o posto.
Para 2021 o músico antecipa que está trabalhando num
projeto de música instrumental com composições próprias que está em fase de pré-produção.
“O processo está na minha fanpage do Facebook, perfil do Instagram e no meu
canal do YouTube”, finaliza.
Vandecy tem uma vida voltada à Educação parnanguara
A vereadora Vandecy Dutra tomou posse nesta sexta-feira, 08
de janeiro na Câmara Municipal de Paranaguá, às 14h e teve a participação do
chefe do poder executivo, Marcelo Roque. A vereadora substitui a cadeira do
vereador Nilo Monteiro o agora secretário municipal de Indústria e Comércio.
BIOGRAFIA
Vandecy Dutra é parnanguara, nascida e criada neste
município, casada, mãe de dois filhos. Formada em Magistério Superior , possui
experiência na Educação Especial e Atendimento Educacional Especializado . É
Mestre em Rede Nacional para o Ensino das Ciências ambientais.
Foi Secretária Municipal de Educação na gestão de 2017/2020,
fundou o 2° Centro de Autismo do Paraná e o Centro Municipal de Atendimento
Especializado.
Vandecy fez parte da diretoria da Undime-PR (União dos
Dirigentes Municipais de Educação do Paraná). Defensora de políticas públicas
em favor dos diretos das mulheres, também militante há mais de 20 anos a favor
da Educação Pública, Gratuita, Laica e de Qualidade para todos e todas.
“Nada sobre nós sem nós”
Acredita veementemente em uma democracia participativa, de
todos e para todos. Com muito trabalho e compromisso perante a sociedade,
honrando com o papel que lhe foi atribuído desempenhar com êxito.
Prédio atual foi construído pelo Ministério da Marinha, para ser Escola Naval, o que jamais se concretizou
Em 30 de janeiro de 1936, Manoel
Ribas, então interventor do Estado, assinou o Decreto nº 1.929 que criava o
Ginásio em Paranaguá. Devido à falta de espaço físico, estrutura profissional e
administrativa, o Governo do Estado determinou deveria funcionar em anexo à
Escola Normal, hoje, Instituto Estadual de Educação "Dr Caetano Munhoz da
Rocha".
O ano letivo transcorreu
normalmente, inspetores federais designados só chegaram à cidade quando a parte
letiva estava prestes a ser concluída, mas sem qualquer validade legal, porque
o inspetor federal não reconheceu as provas realizadas. Assim, o curso ginasial
votou a ser instalado no ano seguinte.
O ensino era pago, a mensalidade
era de cinco mil réis, mas muitos alunos não podiam pagar devido à situação
financeira dos seus responsáveis, assim tinham que abandonar os estudos. Foi
quando o Professor Randolfo Arzua e sua assistente Helena Faiat, organizaram
pelo Centro Estudantil, festas previamente ensaiadas entre os alunos as quais
eram representadas no Cine Variedades, pagando-se desse modo a mensalidade dos
alunos carentes.
Em 1941 durante o governo de
Getulio Vargas conforme a circular número 13, de 12 de dezembro, nasceu o
ginásio ‘José Bonifácio’, uma homenagem ao patriarca da independência, José
Bonifácio de Andrade e Silva, e que funcionava em anexo ao Instituto de
Educação. Em dezembro de 1944 passou a Colégio Estadual, sempre funcionado
junto ao prédio da Escola Normal.
Foi na década de 1970 que o
Colégio transferiu suas instalações para o prédio que havia sido construído
pelo Ministério da Marinha, na Alameda Coronel Elísio Pereira, que abrigaria a
Escola de Aperfeiçoamento Profissional dos Subalternos da Marinha, o que jamais
se concretizou. No ano de 1987, o Colégio realizou uma vasta programação
festiva que marcou o seu cinquentenário.
Ex-diretores
O primeiro diretor do
estabelecimento foi Guilherme da Motta Correia, os outros pela ordem
cronológica foram: Antonio de Siqueira Gusso, Pedro Stengel Guimarães, Ernani
Santiago de Oliveira, Dario Nogueira dos Santos, João Rodrigues Branco, Hugo
Pereira Correa, Joaquim Tramujas, Helena Viana Sundim, Alceu Tramujas, Florita
Dellabianca Mano, Paulo Ferreira do Nascimento, Regina Vernalha de Pinho, José
Carlos Rohn, Altina Rieck Rocha, Edith Lobo, Ady Tramujas, Calixtro Maceno
Luciani, Arlinda de Antonio Félix, Sonia M Rosin, Tânia Regina de Freitas, Esther
Beatriz de Vasconcellos Pedroso, Eduardo Ferreira do Nascimento e atualmente
Alex Weiss.
Em 2019 o colégio realizou a 10ª edição do Bonitec (Feira Cultural)
Na visão do artista, tudo se cria e se transforma. O artesão especialista em entalhe na madeira, Aurimar Morais (Aloha Kareka), sempre tem mostrado inovações esculpindo em madeira bruta. Em 2021 ele completa 35 anos de atividades artísticas.
Aurimar entalha, pinta e restaura
Aurimar é um dos grandes artistas no entalhe em
madeira.Ele sempre apresenta novas
criações mostrando que sua criatividade é ilimitada. Aurimar aprendeu sozinho
no início da década de 1980, mas foi em meados de 1986 que ele transformou o
aprendizado em profissão.
Aurimar se aperfeiçoou e hoje, trabalha também com restauro
de móveis antigos. O artesão esculpe na madeira, decora e também estende suas
criações para uma variedade de produtos.
Ele transforma troncos de árvores em belas obras de arte. O
que aparentemente não teria mais valor ganha adornos e cores, embelezando todos
os espaços e recebendo destaque em salões que ditam as tendências artísticas.
Artista ao lado de uma de duas maiores criações
A matéria-prima são os populares carretéis industriais que,
após serem utilizados, perdem a utilidade sendo descartados. O artista tem
aproveitado esses produtos e criado mesas de encher os olhos com a beleza e o
colorido.
Aurimar é um dos artistas mais solicitados para criar
troféus em madeira. Os troféus das competições de surf que acontecem nas praias
do Paraná sempre são confeccionados por ele. Em 2018 o artesão esteve em
Matinhos atuando para a Federação Paranaense de Surf, realizando um amplo
trabalho.
Sua vida nas artes é
marcada por várias fases, de Paranaguá, para a Ilha do Mel e atualmente em
Pontal do Paraná. Possui clientes em
todo o litoral e também em Curitiba, atuando principalmente sob encomenda.
Em meados de 2015 ele foi noticia por causa de uma novidade que chamou atenção: os jogos de mesas com cadeiras que retratam pontos turísticos de Paranaguá.
Assim como nos anos anteriores o 'Natal com Amor' foi marcado
pela emoção em sua oitava edição. Ou seja, a satisfação em fazer o bem! A pioneira da ação social é
a Guarda Municipal Márcia Garcia que mantém a tradição beneficente com o apoio
de voluntários.
Márcia Garcia agradece o apoio de voluntários
“Quero hoje agradecer pelo apoio e ajuda por concretizar um sonho meu, que hoje é nosso, graças
à solidariedade de pessoas que gostam de ajudar o próximo. Se não fossem estas ajudas,
com certeza nada daria certo”, ressalta Márcia.
Ela conta ainda que o Natal com Amor foi um sucesso no
Abrigo dos Idosos (Lar Perseverança). “Éum lugar onde tenho contato há 21 anos. Mas 2020 foi atípico porque não consegui ir de quarto em quarto, mas fiz
chamadas de vídeos com os 67 idosos com a ajuda de amigos e funcionários do asilo.
Falei com cada um para ver o que queriam de presente. E graças a Deus foi
possível fazer a entrega. Fiquei preocupada porque aumentou o número de idosos”,contou.
Márcia Garcia sempre fala que é mais gratificante para quem
ajuda, do que para eles que recebem. “Que Deus abençoe vida e a família de
todos que colaboraram. Desejo muita saúde para que possamos juntos, sempre
fazer essa corrente do bem continuar. Teve até um idoso que confessou que nunca
havia recebido um presente”, finaliza.