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terça-feira, 31 de março de 2020

Aulas no Paraná não retornam tão cedo; Conselho discute ensino a distância






O Conselho Estadual de Educação (CEE) está realizando nesta terça-feira (31) uma reunião extraordinária, por meio de web conferência, para definir regras para os estabelecimentos de ensino durante a pandemia da Covid-19. As determinações valerão para todo o sistema de ensino do Paraná, público e privado. Uma das principais discussões é sobre a validação do conteúdo digital e se isso pode substituir a aula presencial, modalidade padrão da educação infantil e do ensino fundamental e médio. Independentemente disso, os estabelecimentos ficarão fechados por no mínimo mais duas semanas, ou um mês, no caso da UFPR – prazo que pode ser estendido a depender da escalada de casos do novo coronavírus.

O decreto do governo estadual que suspendeu as aulas presenciais (4230 e 4258) não estipulou a data de retorno, mas já determinou que o período de paralisação entre 20 de março e 4 de abril será antecipação do recesso escolar de duas semanas de julho. A rede municipal de Curitiba ficará parada até o dia 12, pelo menos, e esse período será compensando durante o recesso de três semanas de julho. Alguns estabelecimentos particulares estão assumindo esse cronograma, sempre com a ressalva de que o período de isolamento social pode se estender. Desse modo o ano letivo de 2020 deve avançar até o fim de dezembro e, em algumas situações, até 2021.

Durante a suspensão das atividades presenciais, muitas escolas particulares estão enviando conteúdo online para seus alunos. Segundo a presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Privados de Ensino do Paraná (Sinepe-PR), Esther Cristina Pereira, já há prerrogativa para tal, segundo uma lei que permite ensino a distância para aluno internado ou por condição de saúde. “Por analogia, a escola já pode fazer esse trabalho, pois os alunos estão em casa por problemas de saúde pública”, avalia. Ela diz que o Conselho irá deliberar sobre o tema, e que é preciso considerar a instabilidade que toda a sociedade está passando.


“De todo modo, podemos garantir que a escola particular do Paraná vai fazer o trabalho na qualidade que sempre fez, ou seja, preparar os estudantes para dar seguimento na sua vida escolar, apesar de todas as dificuldades que teremos que enfrentar. Pois o momento é muito complexo”, acrescentou Esther. Flávio Sandi, diretor do Colégio Marista Anjo da Guarda, ressalta que essa é uma preocupação ao produzir conteúdo para as famílias, não só para as crianças. “É papel da escola cuidar também do equilíbrio emocional dos estudantes e temos ações de aconselhamento para as famílias, vídeos e podcasts que ajudam a nossa comunidade a atravessar o momento com serenidade e disposição”, disse ele.

O Sinepe compartilhou recentemente a Nota Técnica 12/2020 do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), vinculado ao Ministério da Justiça, em que recomenda que “consumidores evitem o pedido de desconto de mensalidades a fim de não causar um desarranjo nas escolas que já fizeram sua programação anual, o que poderia até impactar o pagamento de salário de professores, aluguel, entre outros”. Em caso de necessidade de quebra de contrato, a nota orienta órgãos de defesa de consumidor a buscarem a conciliação.

Universidades privadas
Os estabelecimentos de ensino superior podem substituir as aulas presenciais pelo meio digital enquanto durar a situação de pandemia da Covid-19, conforme as portarias nº 343 e nº 345 do Ministério da Educação (MEC). As instituições privadas de grande porte já tinham estrutura para tal e conseguiram manter o cronograma de aulas sem interrupções, como é o caso da PUCPR, Positivo e FAE, por exemplo.

Segundo o vice-reitor da PUCPR, Vidal Martins, a medida contribui para o bem-estar da comunidade acadêmica. “Entre alunos de graduação, especialização, mestrado e doutorado são mais de 30 mil alunos. Uma parada traria muitas consequências depois, com acúmulo de atividades. Além disso, contribui para manter um certo nível de normalidade, encontrar professores e colegas diariamente, aprender”, observa. No caso de cursos que necessitem de aulas práticas, elas serão feitas posteriormente, conforme o andamento dos casos de Covid-19. O cronograma de aulas e recesso de julho também depende dessa evolução.

Universidades públicas
As universidades estaduais seguem as determinações do governo estadual. A UEM anunciou nesta terça-feira (31) que as atividades acadêmicas não retornam no próximo dia 6, como inicialmente planejado. Na quarta-feira (1º de abril), será feita uma reunião para definir o calendário acadêmico. A UFPR já decidiu que não retorna as aulas antes de 2 de maio. A UTFPR suspendeu o calendário acadêmico por tempo indeterminado. No caso da UFPR, uma comissão composta por integrantes da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE) foi criada com o objetivo de conhecer as dificuldades relativas à inclusão digital dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Os alunos de graduação devem preencher um formulário, que ficará disponível até o dia 13 de abril, que vai embasar as decisões a serem tomadas.

Fonte – Gazeta do Povo - Por Rosana Felix - 31/03/2020] [18:12]
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/parana/calendario-aulas-parana-reuniao-conselho-educacao-ensino-a-distancia/

Atos de solidariedade também marcam a cidade de Paranaguá nesta pandemia


O decreto 1922 da Prefeitura de Paranaguá, publicado no último final de semana, determinou o fechamento de estabelecimentos comerciais e entrega de produtos nas casas.

Pensando na dificuldade que alguns pequenos comerciantes pudessem enfrentar, a servidora pública, Marcela Rodrigues, decidiu fazer propagandas gratuitamente para serem aproveitadas e divulgadas nas redes sociais.

Ela recebe as informações via whatsapp e faz artes para empreendedores que trabalham com lanches, manicure, lojas, temperos, até profissionais que fazem Imposto de Renda.

Marcela foi uma das participantes da oficina de educomunicação promovida pela Secretaria Municipal de Comunicação há alguns meses. Durante a oficina, os participantes conheceram ferramentas para fazer layouts de propaganda e receberam orientações para usar programas de computador. O objetivo inicial foi capacitar servidores que atuam nos blogs e páginas das escolas e centros infantis municipais. Mas a capacitação acabou sendo aproveitada desta maneira.

“Esta foi uma forma que pensei de ajudar o próximo”, disse ela em vídeo divulgado no Boletim Coronavírus, produzido pela Secretaria Municipal de Comunicação e divulgado em rede social. Além da Marcela, outras pessoas que participaram da oficina também se dispuseram a ajudar pequenos comerciantes neste período da pandemia.
Fonte: Secom - Prefeitura de Paranaguá 

quarta-feira, 18 de março de 2020

Como a peste bubônica se espalhou pela Europa?



Era o início da Alta Idade Média, ou Idade das Trevas, período que foi marcado pelo abandono das cidades, estagnação da economia e miséria da população. Numa tentativa de restaurar o Império Romano do Ocidente, o imperador bizantino Justiniano, colocou o continente todo em guerra.
Foi nessa época que os europeus tiveram de enfrentar a primeira pandemia da História. Foi a chamada Praga de Justiniano, a primeira epidemia de peste bubônica, que voltaria a assolar a Europa séculos depois, entre 1346 e 1352.

A praga, transmitida por pulgas de ratos infectados, vindos dos navios, tinha surgido no Egito. Passou pelo Oriente Médio e chegou à capital do Império Bizantino, Constantinopla, em 540, matando 5 mil moradores por dia, e eliminando metade da população (estimada entre 500 mil e 1 milhão de pessoas) da cidade. A doença se espalhou também pela Síria, Europa e atual Turquia.

Meio século depois, haviam morrido em decorrência da doença entre 25 e 100 milhões de pessoas. "É difícil precisar dados estatísticos, mas é possível afirmar que 40% da população de toda a área mediterrânea foi dizimada por volta do ano 600", afirma Celso Taveira, doutor em história bizantina e professor da Universidade Federal de Ouro Preto.



A peste bubônica, que mais tarde ficou conhecida como peste negra, ataca os nódulos linfáticos, localizados em axilas, virilhas e pescoço, que incham e formam enormes bolhas de pus. As extremidades do corpo são atacadas por necrose, o que dava aos infectados uma aparência aterradora, algo como mortos-vivos.

Devido à sua mobilidade, as tropas justinianas podem ter ajudado a propagar a doença, mas foram também extremamente afetadas por ela. O exército foi assolado pela praga e até o próprio imperador contraiu a doença, mas sobreviveu. O impacto na população europeia e, consequentemente, nas guerras travadas por Justiniano se deu de várias formas. Constantinopla chegou a ser fechada e a entrada de navios foi proibida, fazendo com que as pessoas passassem a morrer de fome.



Em questões militares, com a falta de pessoal para as batalhas, a situação foi de estagnação e derrotas. A praga afetou também os persas, que contraíram a doença durante a guerra contra os bizantinos, em 543. Com o enfraquecimento do exército, Justiniano viu-se incapaz de dar continuidade aos combates e foi forçado a firmar um acordo de paz com o rei persa, Cosroes, em 545.
Alguns historiadores acreditam que os danos causados aos persas e bizantinos os tornaram vulneráveis às conquistas muçulmanas no século seguinte. Estima-se que a pandemia tenha durado mais de 200 anos. "Não se pode falar de uma epidemia que durou de um período a outro, mas que ela mudava de lugar", afirma Silvia Waisse, professora de história da ciência da PUC-SP.

Na pandemia do século 6, nem a imperatriz Teodora escapou. Alguns a culparam, dizendo que a praga era uma punição divina por sua promiscuidade. Não passava pela cabeça dos médicos que pulgas, ratos e organismos invisíveis pudessem causar o mal. "A noção de que havia alguma coisa que se transmitia só se estabeleceu no final do século 15", diz Silvia.

Em 285, tentando organizar o caos administrativo do decadente Estado romano, o imperador Diocleciano dividiu o Império em duas partes, Ocidente e Oriente. Roma — e, com isso, o Império Romano do Ocidente — caiu nas mãos dos bárbaros em 476, mas a parte oriental sobreviveu. A capital, na cidade de Constantinopla, foi chamada de Bizâncio até 330 — daí o nome Império Bizantino, que, aliás, não era usado pelos bizantinos. Para eles era Império Romano e ponto, mesmo depois de mudarem a língua oficial para o grego, em 620.

A peste foi um imenso revés na campanha de Justiniano para restaurar o Império Romano às suas antigas fronteiras. Iniciada em 527, e contando com generais legendários, como Belisário e Narses, Justiniano retomaria dos bárbaros toda a Itália, norte da África e parte da península Ibérica. No entanto, pelo impacto brutal da doença, e problemas políticos e econômicos, a reunificação de Roma seria efêmera.

A Itália seria perdida para os lombardos em 568, meros 3 anos após a morte de Justiniano, e o Império Romano do Oriente sofreria grandes derrotas para os povos islâmicos a partir do século 8, até a queda de Constantinopla para os turcos otomanos, em 1453. Os gregos viveram sob domínio otomano até 1822, quando declararam independência e iniciaram uma guerra contra os turcos com o apoio de países europeus.

(Fonte – Portal Aventuras na Histórias)

Marilia Diaz lança livro em Antonina


No último domingo, 15, aconteceu o lançamento do livro “O Clube do Cochicho” da escritora Marilia Diaz, na livraria da Barca, em Antonina. A mesma obra foi lançada com sucesso em Portugal.

Vale destacar que o livro possui ilustrações do artista plástico de Paranaguá André Serafim.

O lançamento ‘mexeu’ literalmente com Antonina, levando muitas pessoas até o local. De acordo com a escritora Marilia Diaz, a livraria é uma iniciativa da advogada Fernanda, que ficou motivado quando participou de um curso em São Paulo na feira do livro.

“Lá ela descobriu que o ideal é uma pequena cidade de 10 mil habitantes ter a sua livraria, e como Antonina já tem 20 mil habitantes ela resolveu fazê-lo. A livraria é uma delícia ela é pequenina mas ela é aconchegante ela tem obras densas e foi nesta livraria ao lado de um outro espaço bastante amável e amoroso que é a panificadora Maná em Antonina foi que a Fernanda nos recebeu. Eu digo nos recebeu porque sim eu sou a escritora de seis livrinhos mas eu estive fisicamente ali mas levei comigo todos os ilustradores e cada livro tem uma dinâmica. Eu vou me reportar ao livro em que o André Serafim artista e do litoral uma alma intensa generosa e participou comigo. Fizemos um livrinho a quatro mãos este livrinho trata da adoção e de como as cegonhas se envolveram com tudo isso, eu espero que as pessoas tenham curiosidade e possam manusear descobrir como lidar com determinadas situações a partir de pequenas leituras como essa do livrinho que se diz infantil e que na verdade para atender pessoas de 0 a 90 anos. Ler é muito importante faz toda a diferença, ensinar a ler é tão o mais importante nesse tempo em que o celular impera que as pessoas chegam a dizer que não gostam de ler ou que não tem tempo para ler como é que a gente vai deixar a cabeça cheia de ideias se a gente não tem tempo para ler. É preciso ir à livrarias é preciso ir à bibliotecas é preciso manipular esses objetos livros e ler e pensar sobre aquilo que Lemos”, finaliza




sexta-feira, 13 de março de 2020

Igor Brenaz: agenda cheia mostra o reconhecimento do trabalho





Igor Brenaz está se preparando para lançar mais uma música. Aos 23 anos, o cantor possui dez anos experiência nos palcos. Ele começou cedo e foi amadurecendo até encontrar o seu estilo.

Igor iniciou profissionalmente como vocalista da banda Surf Roots, cantando reggae, em 2012, chegando a lançar o CD “Guerreiros da Paz”. Em 2017 iniciou a carreira solo como cantor sertanejo, cantando em pubs e eventos em geral. 

O resultado deu certo, e deslanchou em 2019 quando pode investir mais o tempo na música em função da conclusão da faculdade de Direito.   Nos últimos 12 meses Igor já lançou duas musicas que estão fazendo sucesso: “Chantagem” e “Anticorpos contra ex”. A repercussão tem sido surpreendente, dando mostras que o jovem cantor irá alçar voos ainda maiores.

Festa em Guaraqueçaba




Guaraqueçaba esta recebendo centenas de turistas neste final de semana.  A cidade esta em festa em virtude do aniversário comemorado dia 11, mas a programação acontece a semana inteira. Neste sábado, 14, ao meio dia acontece o encontro de motociclistas, ciclistas e Jet Ski. Tem ainda show com o grupo Canutilho Temperado Caiçara e DJ Antony. A noite o show fica por conta da dupla Willian e Josian e na sequencia o tradicional concurso garoto e garota Guaraqueçaba, que acontece ha mais de 30 anos. Meia noite quem sobe ao palco é Fernanda Liz, animando o público até a madrugada.   O domingo, 15, será marcado por almoço caiçara na Praça de Alimentação, corrida de canoas e torneios esportivos.   


quarta-feira, 11 de março de 2020

Oficina de dança cigana esta com matriculas abertas



A professora de dança cigana, Sandra Choinski comunica que ainda tem vagas para as oficinas que são realizadas em Paranaguá por intermédio da Secultur.

 As aulas são gratuitas e realizadas no IFPR (Porto Seguro) as terças-feiras, a partir 14h.  Na Casa Dacheux ( em frente à Catedral) das 19h às 20h todas as quartas-feiras. Tem ainda turmas ‘Gipsy Kids’ para crianças a partir de 7 anos. Informações com pelo telefone 9891-8361 com a professora Sandra. 

 A dança cigana envolve os 4 elementos da natureza dentre quais ganham destaque a dança do leque (elemento ar).  Dança da rosa (elemento terra). Dança das Fitas Coloridas (elemento água) e Dança do Véu  (também representa o elemento ar) e a Dança das Tochas (elemento fogo).

Kaloucura 2020 acontece neste sábado



A Atlética Litoral, conhecida como Bagres, em conjunto com o DCE 29 de Julho, promove no  sábado, 14,  das 14h ás 19h a festa Kaloucura 2020. 

O evento será realizado no Live Pub (em frente ao Campus da Unespar Paranaguá). O objetivo é recepcionar os calouros deste ano da Unespar com muito alto astral. O evento terá as seguintes atrações: banda de pagode ‘Em Cima da Hora’, das 14h as 16h, e do DJ Mendes, o primeiro DJ residente do El Chapo, que tocará das 16h as 19h. 

A festa será open bar, onde cada combo terá uma pulseira, dois saquinhos de pó colorido e um copo personalizado da Kaloucura. Os organizadores destacam que os combos para maiores de idade custam 50 reais, e para menores de idade custam 30 reais. 

Para mais informações, é só acessar os perfis da Atlética Litoral (@atleticabagres), e do DCE 29 de Julho (@dce29dejulho) no Instagram, além de entrar em contato com os promoters da festa: Luana 99229-1911. Ana 9 9689-3375. João 9 8512-1105. Jade 9 9704-7562 e Wanderley 9 9509-1082.







Super Voz Kids 2020 seleciona 32 participantes



Depois de aproximadamente 500 audições nas escolas, os  jurados técnicos do Super Voz Kids 2020, escolheram os 32 participantes que irão batalhar entre si na conquista do título de melhor voz kids do litoral. As batalhas vão ao ar as terças e sextas-feiras às 17h na FM 104 (Programa Algazarra). 

Foram selecionados: Lorena Veiga, Ludymila Keryn, Iasmim Rodrigues e Letícia Freire (Colégio Estadual Professora Maria de Lourdes Morozowski). Maria Eduarda (Escola Municipal Nascimento Júnior). Sônia Caroline (Colégio Estadual Bento Munhoz da Rocha Neto). Fernanda de Paula e  Raissa Antunes (Escola Municipal Tiradentes). Mariana Pereira,  Lara Alves, Miguel Ângelo e  Diego Scremin, Paula Maschio, Otávio Augusto e Marina Possas (Colégio Diocesana Leão XIII). Ananda Vitória, Isabela Bahry,  Cléo Alves (Colégio Nova Geração). Leonardo Cunha e  Felipe Machado (Colégio CEMD). Karin Cibele e Natalie Costa (IFPR). Luiza Vieira e Lívia Johnsson (Colégio Luso Brasileiro). Ana Júlia Catarino, Bianca Balarotte,  Rafaela Vicentini (Colégio Bom Jesus). Malu Domingues, Laisla Virgínia, Rayane Campos, Vitória Félix (Colégio Cidália Rebello Gomes) e Mac Sou dos Anjos (Colégio Roque Vernalha).

sexta-feira, 6 de março de 2020

Sábado é dia de Forró da Maré




Acontece neste sábado, 7,  em sua 13ª edição, o Forró da Maré, a partir das 21 horas. Desta vez o baile será em novo endereço, batizado de Prainha do Itiberê, na beira do Rio Itiberê, em frente a Praça 29 de Julho, quase no Aquário de Paranaguá. Trata-se de um projeto de cultura popular, que conecta os costumes do sertão do nordeste com os da beirada do mar, está prestes a completar dois anos. 

Teve sua fórmula acertada na ocupação do espaço público a céu aberto, fazendo circular em Paranaguá uma série de bandas de renome, numa produção colaborativa, onde o chapéu e demais contribuições fazem com que aconteça. 

A convidada desta edição é Bombaião, trio de forró pé de serra de Curitiba, formado pelo paulista e multi instrumentista Renan Bragatto (acordeon e voz) e pelos curitibanos Dennison Luiz (triângulo e voz) e Kiko Moura (zabumba e voz) lançando seu disco “Na Pegada do Nordeste. Como dizem “Prega bem as chinela e só vêm”.

Foto Emanuel Peixer / Forró da Maré

Serviço:
Forró da Maré #13
07 de março a partir das 21 horas
Prainha do Itiberê (Rua da Praia, s/nº, em frente a Praça 29 de Julho, próximo ao Aquário de Paranaguá)
Mais informações:
forrodamare@gmail.com, nas redes sociais @forrodamare e pelo telefone 41.99782.2238

Alunos do Instituto participam de palestra sobre motivação empresarial



A técnica em recursos humanos Laiz Oliveira esteve no Instituto Estadual de Educação na semana passada ministrando uma palestra sobre motivação empresarial. 

Os alunos do ensino médio da manha do curso técnico integrado de recursos humanos adquiriram mais conhecimentos através das palavras proferidas por Laiz, a qual se formou no Instituto, servindo de inspiração para os estudantes. 

A palestra aconteceu através de um convite feito pela coordenadora do curso, professora Dayane Firmo da Silva. “A diretora Elaine Gimenes ficou muito orgulhosa ao saber que o técnico tem gerado  frutos e que foi ali que aprendi o tema abordado. Ela falou que o bom filho a casa retorna”, destacou Laiz.    

quarta-feira, 4 de março de 2020

Meninas ganham festa de 15 anos





No último final de semana o Rotary Club de Paranaguá Rocio realizou o projeto Debutantes, na AABB. Foi um momento de grande emoção não apenas para as dez meninas que comemoraram os 15 anos como também para todos os envolvidos. 

Foi uma festa completa  realizada com por voluntários: desde as vestimentas, cabelo, maquiagem e acessórios. Música ao vivo com Igor Brenaz. Decoração, material gráfico, fotografia, equipe de garçons, salgados, doces, bebidas e bolo. 

Teve ainda coreógrafa, transporte e presentes para cada uma delas. Foi uma grande união de prestadores de serviços que não cobraram nada, mas ganharam momentos emocionantes que tão cedo não serão esquecidos.  

Na foto as debutantes com o Fabricio da Sonorização Thinker que realizou a iluminação e som graciosamente.   

Bandas de metal se reúnem sexta-feira em Paranaguá



Nesta sexta-feira, 6, a partir das 23h o Barones Clube estará sediado uma festa internacional de rock com bandas de metal. A novidade é a banda Canifraz de Paranaguá que geralmente se apresenta fora da cidade, desta vez estará mostrando seu trabalho para o público local. Canifraz tem o estilo de black/Death Metal formada em agosto de 2003. 

São 17 anos de atividades ininterruptas, mantendo praticamente a mesma formação, ou seja, o público amadureceu com os músicos.  Também estará no palco do Barones:  Kulto Maldito (Bolivia), Heia (Goiania) e Slammer (Curitiba). Na foto os músicos da Canifraz e o público que sempre segue a  banda em suas apresentações.

Oficina de teatro: Jardim Iguaçu e IFPR



Muitas pessoas tem vontade de fazer de teatro, mas não sabem por onde começar. O momento é agora! O professor Jho Coelho comunica que está com matriculas abertas para oficinas. 

Tem turmas no Céu das Artes (Jardim Iguaçu) com aulas as segundas-feiras das 14h as 17h e terças das 9h às 11h30. Outra turma será aberta no IFPR todas as segundas (19h às 21h) e terças (18h às 20h). 

No Céu das Artes é a partir dos 10 anos e no IFPR a partir dos 14 anos. Jho Coelho (foto) é formado em Artes pela UFPR, e possui experiência em artes cênicas, principalmente em iniciação teatral.

Foto foi tirada no CRAS da Ilha dos Valadares, depois da apresentação de um espetáculo no ano passado.