Pesquise no blog

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Hoje nos despedimos do seu Sildo Benkendorf


Paranaguá ficou mais triste.
Seu Sildo era membro do Sindicato dos Condutores Rodoviários de Paranaguá e também da Cooperativa de cargas e anexos. E até sua aposentadoria foi taxista. Tinha uma família linda que sempre estava presente, dando amor e atenção. 

Chegou a hora do difícil adeus, mas também de recordar quem foi a pessoa que partiu, de reviver nas lembranças os momentos passados ao seu lado, e homenagear quem deixará eternas saudades. 
Ele foi mais uma vitima da Covid-19. Deixará muitas saudades.


Professor Chico se aposenta e recebe homenagem da Escola Faria Sobrinho


A Escola Estadual Faria Sobrinho realizou uma carreata em comemoração a aposentadoria do professor Francisco (Chico). A concentração aconteceu na ultima quinta-feira, 16, às 17h40 nos fundos da Havan, dali todos seguiram até a residência do professor.

Também fez parte da surpresa a entrega de uma cesta de queijos e vinhos. De acordo com a diretora Liliana Kfurri foi uma homenagem muito emocionante.

“Como estamos na época de pandemia a gente pensou em fazer uma carreata e entregar uma cesta.  Nós estávamos em muitos carros e fomos  buzinando marcando com alegria e saudade esse momento importante. Foi muito mais que uma aposentadoria e sim o reconhecimento como profissional, amigo e humano, que passou por nossa escola.  Daqui para frente ele vai lembrar que deixou marcas positivas entre nós. Foi uma homenagem singela e com carinho. É muito importante ser reconhecido após uma vida toda dedicada á educação. Fica nosso carinho e gratidão”, ressaltou emocionada a diretora.  






quinta-feira, 16 de julho de 2020

Instituto oferece curso de artesanato e customização gratuito para quem quer incrementar a renda familiar

O projeto Fazendo Renda promovido pelo Grupo Uninter é voltado para mulheres em vulnerabilidade social de Curitiba e região. Inscrições estão abertas


Há anos, o projeto Fazendo Renda, criado pelo Instituto IBGPEX, braço de responsabilidade socioambiental do Grupo Uninter, capacita para a geração de renda alternativa e ajuda a mudar a realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade social. Devido a pandemia, a equipe da instituição acaba de viabilizar o curso totalmente online e gratuito para quem já estava inscrito, e mais 60 vagas para novas alunas de Curitiba e região metropolitana, a partir de julho.

“Diante dessa crise que enfrentamos, com o aumento significativo do desemprego e da necessidade de geração de renda essencial ou complementar, resolvemos estender este projeto como uma forma alternativa de fácil acesso da comunidade. Estamos utilizando ferramentas popularmente conhecidas para a entrega de conteúdo, o WhatsApp e o Youtube. Pensamos em tudo para facilitar e agilizar o processo de ensino e aprendizado”, explica Adenir Fonseca, diretora do IBGPEX.

A capacitação tem duração de um semestre, com 30 aulas liberadas semanalmente e divididas em quatro módulos. As participantes aprenderão sobre artesanato, moda, customização, conceitos, modelagem, precificação, além de oficinas práticas. Utilizando retalhos de tecidos e materiais sustentáveis, vão produzir máscaras de proteção facial, indispensáveis neste momento, roupas, bolsas, entre outros acessórios.

Ao final dos estudos, todos recebem certificado de qualificação. As inscrições estão abertas para mulheres a partir de 18 anos, no link https://forms.gle/xJTd38QoH8883UJb7.

Sobre o Fazendo Renda

O projeto visa capacitar e qualificar mulheres para a geração de renda por meio do artesanato. Utilizando retalhos de tecidos e materiais sustentáveis, as mulheres aprendem a confeccionar bolsas, roupas e acessórios, recebem dicas sobre gestão e empreendedorismo, cidadania e qualidade de vida.

 


quarta-feira, 15 de julho de 2020

Confira os projetos classificados na primeira chamada do edital Cultura na Rede



A Prefeitura de Paranaguá publicou o chamada pública 004/2020. Trata-se de um Termo de Cooperação, que vida  credenciar projetos das mais variadas expressões artísticas e culturais a serem executados no Programa “Cultura na Rede”, pelo período de 7 sete meses.

Serão contempladas as modalidades: Música, Dança, Teatro, Show de Humor, Cultura Popular, Cine/Foto/Vídeo, Literatura, Artes Visuais (pintura, escultura e desenho), Contação de História, Educação Patrimonial, Circo e entre outros.

De acordo com o secretário Municipal de Cultura e Turismo, Harison Camargo, todos os segmentos em que agentes culturais atuam, foi o ramo de atividade que mais sofreu com as medidas de isolamento social.

SENAC está cadastrando instrutores na área de Saúde

O Senac de Paranaguá está realizando cadastro reserva para futuras vagas. O processo seletivo é para instrutor de educação profissional na área de saúde (Enfermagem).

O pré-requisito é ter ensino superior concluído em enfermagem. Com registro ativo no conselho Regional de Enfermagem( core). deve ter também experiência mínima de 6 meses na área com assistência de enfermagem em instituição de saúde.

O cadastro deve ser feito até 24 de julho


quarta-feira, 8 de julho de 2020

Hally Gally realiza live nesta quinta-feira


 O projeto #EmCasa foi lançado pela Prefeitura de Paranaguá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secultur) no inicio de abril, com a participação de vários artistas da cidade, com uma série de transmissões ao vivo.


O objetivo do projeto é levar entretenimento, alinhando música de qualidade, principalmente, neste momento de enfrentamento ao novo coronavírus.

Vale ressaltar que as transmissões acontecem todas as quintas, na página da Secultur, sempre às 20h. Nesta quinta, (09), a banda Hally Gally traz o melhor dos anos 70, 80 e 90.

O secretário de Cultura e Turismo, Harrison Camargo, explicou que o projeto surgiu da necessidade de movimentar o cenário cultural e musical do município.

"Precisamos estar atentos as orientações das autoridades para conter o coronavírus, e por isso, realizamos as transmissões de maneira segura, tanto para a equipe técnica, quanto aos artistas convidados", destacou Harrison Camargo.

Banda Hally Gally

Formada no verão de 1999 pelo vocalista da banda Ruy Câmara. O nome Hally Gally vêm do Hully Hully, um ritmo musical que nos anos de 1950 e 60 foi avassalador em todo mundo.

Hally Gally desde seu início vem com uma proposta musical eclética e muito diversificada, voltada pros anos 70 80 Disco Music pop rock.

A banda é uma das precursoras em tocar nos sistemas de Pub Bar. Hally Gally tem um jeito irreverente diversificado com visual que remete anos dourados da música.
Hally Gally foi destaque na imprensa parnanguara nos anos de "2003, "2005 Troféu Cidade de Paranaguá" e "2008 Troféu Imprensa de Paranaguá" como melhor banda.

Ruy Câmara : Vocalista e Guitarra
Márcio Digue: Guitarra produtor Musical.
Manoel Freitas: Baterista e Produtor Musical
Felipe Possas Neves Contrabaixo Voz

Fonte: Secultur / Prefeitura de Paranaguá – Jornalista Suzane Cicarello



terça-feira, 7 de julho de 2020

Cerimônia do Oscar 2021 é adiada por conta da pandemia de Covid-19


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta segunda-feira (15) o adiamento da cerimônia do Oscar 2021 em dois meses por causa da pandemia de Covid-19. Originalmente marcada para 28 de fevereiro, o evento vai ocorrer em 25 de abril. O período de elegibilidade dos filmes também foi estendido. Agora, serão aceitos filmes lançados entre 1º de janeiro de 2020 e 28 de fevereiro de 2021.

“Nossa esperança, ao estender o período de elegibilidade e a data de entrega de nossos prêmio é proporcionar a flexibilidade que os cineastas precisam para terminar e lançar seu filmes sem serem penalizados por algo além do controle de qualquer pessoa”, disseram David Rubin, presidente da Academia, e Dawn Hudson, CEO da Academia.

Rumores de que a cerimônia seria adiada começaram a circular em maio. O que ainda não se sabe é como a premiação vai acontecer, se de forma presencial ou digital. Diversas conferências deste ano aconteceram ou serão realizadas online por causa da pandemia, mas, se tudo ocorrer bem, devem voltar a ser presenciais no próximo ano.

“Continuaremos a trabalhar para garantir que o show do próximo ano seja um evento seguro e comemorativo, que também capture a emoção da abertura do Museu de Cinema da Academia”, destacou Karey Burke, presidente da ABC Entertainment.

Foto: Icônica selfie tirada no Oscar 2014. Foto: AP Photo/Ellen DeGeneres

Fonte: Olhar Digital


sexta-feira, 3 de julho de 2020

Rua 15 de novembro, Paranaguá




Este é um Cartão Postal doado por Alfredo Mariano à Biblioteca Nacional em 28 de maio de 1913. Até hoje a Rua 15 é um dos centros comercias da cidade, com grande número de estabelecimentos e com o seu casario colonial preservado em 90%.

Naquele ano Paranaguá era uma cidade progressista, com ruas pavimentadas e órgãos públicos de defesa, proteção, educação e saúde.

Paranaguá passou a contar com a energia elétrica em 1902. Isso porque a família Blitzkow colocou em operação um sistema de geração com dois grupos a vapor de 65 kVA. 

Em 1908 foi instalado o serviço telefônico. Em 1914 foi instalada a  cia de água e esgoto. Em 1934 foram construídas as docas do Porto Dom Pedro II, com 450 metros de cais acostáveis, posteriormente este mesmo porto foi modernizado, tornando-se um dos mais importantes do Brasil

Carnaval/1971 de Paranaguá entrou para a história



Na noite de da última quarta-feira, 2,  postei em minha página no facebook a foto do casal que reinou no carnaval de 1971 em Paranaguá. A foto faz parte do acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá.

A postagem foi para saber os nomes do Rei e da Rainha e também para receber os comentários de pessoas que viveram aquela época. O resultado foi positivo.

De imediato o Rei Momo foi identificado e no dia seguinte, chegamos a identificação da Rainha. O pesquisador Almir Silvério  contou que o senhor Swami Vivekananda foi o organizador do Carnaval Carijó 71. 

Ele contou ainda que o Rei Momo neste carnaval, o jovem Hamilton Gomes, que apesar da sua pouca idade (dezoito anos) pesava cento e dez quilos de simpatia e animação. Hamilton reinou em companhia de Judith Silva, a Rainha do Carnaval da cidade e ex- Miss Mulata. Citou como fonte a Revista "O Itiberê"  Edição Mar/71.

Alguns detalhes foram enviados por Sonia Machado (diretamente na página do IHGP) que estudou com ela na Escola de Aplicação, anexa a Escola Normal, Dr. Caetano Munhoz da Rocha. “Estudamos juntas na década de 1960. Beijos pra você, minha querida. Quantas saudades”.

Wilson cordeiro escreveu: “Bom rapaz! curtinho também seus momentos de glórias! Todos a temos ou a teremos um dia!"

Mario Marcondes Lobo Filho, o qual foi o primeiro a identificar o rei escreveu: Ele certamente é Hamilton que trabalhou muitos anos no Restaurante Bobby

Glorinha Perseke ressaltou que o Hamilton era um doce de criatura. Filho do Rodrigo da farmácia. “Era muito amigo da minha família. Deixou muitas lembranças boas”.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Ilha “mal-assombrada” no Litoral do PR esconde cemitério indígena e intriga cientistas



Um mistério ronda uma pequena ilha da região de Guaraqueçaba, no Litoral do Paraná. Ossadas humanas se acumulam nos barrancos e, juntamente com outros vestígios de antigas civilizações, alimentam histórias macabras que mantêm a fama de lugar mal-assombrado. 

A crença é tão forte que muitos pescadores se recusam a passar por lá. Não bastasse isso, equipamentos eletrônicos dos cientistas que se aproximam da ilha parecem falhar por motivos desconhecidos.

Crendices à parte, a tal ilha tem chamado a atenção de pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que descobriram ali um importante sítio arqueológico que pode ajudar a entender como era a vida das primeiras comunidades que habitaram a orla do estado no período entre mil e 8 mil anos atrás. Pelo que a equipe de arqueólogos e geógrafos descobriu, a ilha inteira é uma espécie de cemitério indígena, com formações de sambaquis que chegam a 20 metros de altura.

O arqueólogo Laercio Loiola Brochier explica que, assim como em Santa Catarina, os sambaquis são sítios arqueológicos comuns no Litoral do Paraná. Sabe-se que existem ao menos 300, e a cada dia novos núcleos são descobertos.

“Os sambaquis eram locais de moradia e de sepultamento organizado dos mortos. Mas hoje essa concepção está mudando um pouco. Imaginava-se que esses grupos eram nômades, formados por pescadores e coletores. Com essa descoberta da ilha, começa a surgir a ideia de que os sambaquis ocupavam uma posição central na comunidade. Ou seja, mostram que esses povos seriam dinâmicos, mas permaneciam mais tempo na mesma região”, explica Brochier. 

Acúmulos de restos alimentares, os sambaquis também são identificados como uma forma de construção em que os povos primitivos acumulavam pedaços de conchas, moluscos, peixes, ossos de mamíferos marinhos, aves e animais terrestres, formando várias camadas sedimentos.

Além disso, o sítio arqueológico encontrado na ilha – cuja localização os pesquisadores preferem manter em segredo, para afastar os aventureiros e plantão – sugere uma característica de cemitério comunitário, diferentemente da maioria dos sambaquis, onde são encontrados poucos vestígios de sepultamentos, conforme observa o geógrafo Eduardo Vedor de Paula, que também participa da pesquisa.

Drone não sobe
Vedor conta que ao começar as pesquisas na região e ao perguntar aos pescadores onde haviam sambaquis, muitos nas comunidades de Almeida e Mariana comentavam sobre uma ilha fantasmagórica – no entanto, ninguém topou conduzir os pesquisadores até lá.

Mas após conseguirem chegar ao local, os cientistas utilizaram um drone para sobrevoá-lo e coletar parte das informações que precisavam. Porém, por algum motivo desconhecido, o equipamento não conseguir levantar voo da ilha. “Tivemos que ancorar o barco e lançar o drone de dentro dele, porque da ilha ele não saía”, diverte-se Vedor.

Brochier explica a localização da ilha era conhecida, mas o sambaqui dali nunca foi objeto de estudo. Boa parte dos sambaquis do Litoral já foram catalogados há décadas, mas sua localização é imprecisa e há pouca informação arqueológica sobre eles. Por isso, os pesquisadores da UFPR estão usando a tecnologia para georreferenciar os sítios e corrigir sua localização por GPS, formando um banco de dados sobre os sambaquis. Os drones ajudam a fotografar e até a coletar informações sobre a formação e as dimensões desses acúmulos.

Agora, os pesquisadores querem saber se esses sítios maiores ficaram desse tamanho porque estavam localizados em áreas adensadas ou foram ficando assim ao longo do tempo ou pelo tipo de uso. O objetivo é também interagir com as comunidades que vivem no Litoral hoje, que de alguma forma são descentes dos antigos povos e conhecer o que sabem sobre os sambaquis e a cultura ancestral, até para evitar que os sítios arqueológicos sejam destruídos pela ação do homem.

Os sambaquis, como este do Poruquara, são sítios arqueológicos comuns no Litoral do Paraná, e guardam muitos vestígios das primeiras civilizações que habitaram a orla do estado.Eduardo Vedor de Paula /Divulgação

“Muitas pessoas vão aos sambaquis buscar a terra preta que existe naquelas formações para usar na agricultura. Outros contam histórias de lendas sobre tesouros e visagens, de gente que passou mal ou incorporou entidades. Há quem tenha escavado o solo desses sítios e localizado ossos humanos”, conta Brochier.

Segundo ele, não se sabe o que causou o colapso dessas antigas sociedades, há cerca de mil anos. “Constatamos, por exemplo, a presença de cerâmica, que a princípio é um elemento de fora trazido por grupos horticultores do Planalto e que pode ter influenciado os sambaqueiros, que até então eram soberanos na costa do paraná. Mas não sabemos que processos ocorreram para pôr fim naquela civilização: pode ser por influência de culturas de fora ou até mesmo por uma guerra”, enumera o arqueólogo.

Fonte: