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quarta-feira, 13 de março de 2019

Ponta do Caju realiza roda de samba no sábado




A Escola de Samba Unidos da Ponta do Caju realiza no sábado, 16, às 21h, na Grepel (ao lado da igreja São Benedito), a 2.ª roda de samba de 2019. 

O grupo Samba Tuka de Curitiba estará animando o evento que promete reunir grande público. A entrada é gratuita e haverá venda de bebidas e porções. A Ponta do Caju faz o convite para a toda a comunidade parnanguara e também para as demais escolas de samba.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Comunidade São José Operário realiza almoço neste domingo



A Comunidade de São José Operário realiza neste domingo, 10, o almoço de reinauguração do salão a partir do meio dia. 

Cardápio: macarrão caseiro com molho branco, macarrão caseiro com molho à bolonhesa, saladas diversas, coxa e sobrecoxa assada e costela de porco assada, por apenas R$ 20. 

Após o almoço haverá o bingo com shows de prêmios. A Comunidade de São José fica na Rua Nelson Pereira, conjunto Cominese.



Faça parte do Rotaract Club de Paranaguá Rocio




O Rotaract Club de Paranaguá Rocio realiza no dia 16 de março às 15h no SESC o evento ''Procura-se Potencial”. O objetivo é encontrar pessoas que se enquadrem no perfil para ingressar no Club. 

É preciso que tenha idade entre 18 à 30 anos e queira realizar projetos humanitários de impacto comunitário e global. Além disso é uma oportunidade para conhecer novos amigos através do voluntariado. A programação conta com workshop e palestras rotárias afim de explanar sobre os trabalhos da organização. 

O evento encerra a Semana Mundial de Rotaract Club alusiva aos 51 anos de aniversário de criação do primeiro clube no mundo. Haverá certificado com horas complementares.



quarta-feira, 6 de março de 2019

Gaviões mostrou belas alegorias



A Filhos da Gaviões fez um desfile bonito, homenageando a cultura  nordestina. Apresentou belas alegorias, mas não conseguiu superar algumas dificuldades que ocasionaram na perda de pontos.

 A principal delas foi a quantidade mínima de componentes exigida. A agremiação foi penalizada em 2.40 pontos e fechou com 86.50 de nota final.


Leão da Estradinha deu show na Avenida



Considerado por muitas pessoas como um dos desfiles mais bonitos deste Carnaval em Paranaguá, a Escola de Samba Leão da Estradinha mostrou o enredo “A Fantástica Fábrica de Sonhos e Pesadelos”. 

O desfile foi marcado pelas fantasias sintetizando o imaginário que habita na mente de cada pessoa, e no caso do Leão o sonho de ser campeão. A escola do carnavalesco Mágico Junior totalizou 87.55 pontos, bem próxima das três primeiras. 

Na foto, a ala das baianas um dos pontos mais elogiados no desfile.

Acadêmicos do Litoral brilhou na Avenida do Samba



A terceira colocada em 2019 encheu de brilho o desfile de domingo, em Paranaguá. A Escola mostrou as festas populares parnanguaras e recebeu muitos elogios. 

Apresentou as delícias que vêm do mar por meio da Festa da Tainha, o encontro dos motociclistas representado na bateria e fechou com dona Milene coroada no último carro, assim como estava no enredo: “Vem festejar as festas populares da Cidade Mãe do Paraná, com a Mãe Verde e Rosa Dona Milene”. Ou seja, era ela quem convidava para festejar as festas populares (foto). A escola totalizou 88.45 pontos.

Ponta do Caju é a vice-campeã



Com um desfile marcado pelo mundo mágico da ilusão, por meio de vários personagens infantis, a Unidos da Ponta do Caju conquistou a 2.ª colocação. O desfile levou 300 componentes para a avenida e mostrou o sonho de criança, encantando também os adultos através da beleza  dos personagens, contando também com o Papai Noel. 

A Ponta do Caju venceu o Carnaval de Paranaguá em 1997, 1998, 1999, 2001 e 2003, e em 2012 o grupo de acesso. Na foto, o carro abre-alas que  mostrou o castelo da Disney. A escola totalizou 89.10 pontos.

União da Ilha conquistou o 8.º título com a força da mulher negra



Com um desfile marcado pela originalidade do começo ao fim, a União da Ilha dos Valadares conseguiu as maiores notas em todos os quesitos e ergueu, pela oitava vez, o caneco na avenida. A Ilha já havia vencido em 2002, 2004, 2012, 2014, 2015, 2016 e 2018. Com quase 400 componentes, o desfile mostrou com alegria e dramatização a luta e a saga da mulher negra no Brasil. 

O presidente da agremiação campeã, Edvaldo Pedro, dedicou a vitória a toda a comunidade que se empenhou para levar a escola para a avenida. Um dos destaques da escola foi Viviane Vieira na comissão de frente (foto). A União da Ilha totalizou 89.20 pontos.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Festival Marielle Vive



Acontece no dia 9 de março, a partir das 15h na Praça Fernando Amaro o 1° Festival Marielle Vive. O evento é uma iniciativa de um grupo de amigos para lembrar o primeiro ano de morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco. 

Foi elaborada uma vasta programação cultural além de explanações sobre todas as formas de violência e discriminação que as mulheres sofrem diariamente. A proposta é mostrar que o parnanguara repudia qualquer atitude que tenha como base o preconceito, o racismo, a LGBTfobia e o machismo. 

Marielle era mulher negra, mãe, morava na periferia de onde travava uma luta cotidiana contra as opressões.

Lucas: quando o samba vem de berço



Lucas Calado tem 16 anos e representa a terceira geração de uma família totalmente envolvida com o carnaval parnanguara.  Neto de Jusiani Calado e do saudoso Evanil Calado, fundadores do bloco “Amigos do Samba”,  o resultado não poderia ser diferente. Atualmente ele ensaia todos os dias na bateria da Ponta do Caju ao lado da mãe Juliane Calado que é ritmista (surdo) e com o pai o Mestre de bateria Junior Veneno. 

Ele traz no sangue o amor pelo samba e carnaval. Lucas desfilou pela primeira vez em 2003 quando tinha apenas 1 ano. De 2005 até o ano passado, Lucas tem acompanhado seu pai em várias escolas de samba conquistando a nota 10 na bateria. Apesar da pouca idade ele já acumula experiência como ritmista no Junqueira, União da Ilha, Vila Alboit (Cuva) e Acadêmicos do Litoral. 

“Sempre fui interessado por carnaval. Conheço todos os enredos. Hoje me considero mais experiente. A cada carnaval aprendo mais com o meu pai e com outros mestres também”, conta Lucas que pretende ser mestre de bateria. ( No detalhe no colo do avô Evanil)